Operação policial investiga grupo suspeito de usar apartamentos alugados para esconder drogas e armas no interior de SP
30/04/2026
(Foto: Reprodução) Operação foi realizada nesta quinta-feira (30) em Presidente Prudente e Pirapozinho (SP)
Polícia Civil/Divulgação
A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (30), a Operação Check-out para investigar uma associação criminosa suspeita de atuar no tráfico de drogas na região de Presidente Prudente e Pirapozinho (SP). A ação ocorreu no âmbito de um inquérito que apura o armazenamento e a distribuição de entorpecentes em diferentes imóveis da região.
A investigação começou após uma grande quantidade de drogas ser localizada em um apartamento em Presidente Prudente. No local, foram apreendidos cerca de 13,45 quilos de maconha e 29,74 quilos de crack, além de uma pistola calibre 9 mm com 22 cartuchos, celulares e outros objetos relacionados ao tráfico.
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Segundo a polícia, o imóvel era alugado por curta permanência e teria sido utilizado como ponto de apoio para armazenamento de drogas. A descoberta ocorreu quando a administradora responsável pela locação entrou no apartamento com uma chave reserva após não conseguir contato com o locatário nem receber a devolução das chaves. Dentro da geladeira, ela encontrou os entorpecentes e a arma de fogo e acionou a polícia.
Durante as diligências, os investigadores identificaram que o apartamento estava vinculado a um homem investigado, apontado como responsável pela locação e pelo controle do imóvel. Conforme a apuração, ele contaria com o apoio de outras pessoas ligadas à atividade criminosa, inclusive responsáveis por pagamentos por meio de transferências bancárias via Pix.
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A investigação também indicou a atuação conjunta de dois suspeitos e a possível utilização de imóveis em Pirapozinho e Mirante do Paranapanema (SP) para esconder drogas, armas e outros materiais relacionados ao tráfico.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, um dos principais investigados está foragido da Justiça.
O nome da operação faz referência ao momento em que a administradora tentou retomar o apartamento após o fim da locação temporária, situação conhecida como “check-out”, e acabou encontrando os entorpecentes escondidos no imóvel, fato que deu origem à investigação.
Mandados de busca foram cumpridos durante a operação, mas nada de ilícito foi localizado nas diligências realizadas nesta fase.
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